Gerador de chaves API

Geração no navegador. Sem histórico de chaves.

Para sua própria aplicação. Não emite credenciais de outros serviços.

Como usar o gerador de chaves API

  1. Escolha formato, entropia e quantidade. Comece com 256 bits e Base64URL, a menos que sua aplicação exija outra configuração.
  2. Abra as opções avançadas para prefixos, alfabetos ou IDs públicos. Confira o tamanho calculado antes de gerar.
  3. Gere e copie uma chave ou confira a exportação. Guarde segredos de produção no seu gerenciador de segredos, nunca em documentos públicos.
  4. Cadastre o segredo na aplicação. Configure acesso, validade e revogação por lá e limpe os resultados ao terminar.

Feito para o uso prático de segredos

A tarefa simples continua rápida: escolher, gerar e copiar. Para integrações específicas, oferecemos codificações de bytes, alfabetos, rótulos de aplicação, IDs públicos separados e lotes de até 1.000 chaves. Não é preciso criar conta nem instalar nada. As explicações ajudam a escolher com critério, em vez de supor que uma sequência visualmente mais longa sempre é mais forte.

Formatos que combinam com a sua aplicação

Base64URL evita o sinal de mais e a barra do Base64 comum e não usa preenchimento. Hexadecimal é fácil de inspecionar e amplamente aceito, mas ocupa mais caracteres para os mesmos bytes. Base32 usa A–Z e 2–7, aqui sem preenchimento. Base64 comum mantém seu preenchimento padrão. Confira o formato exigido pela aplicação receptora: codificar não é criptografar.

Alfabetos próprios sem indicadores enganosos

Escolha letras, dígitos, um conjunto definido de símbolos ou seu próprio alfabeto ASCII imprimível. Caracteres repetidos são removidos para não aumentar sua probabilidade. A opção de semelhança exclui 0, O, 1, I, l e |. Uma meta em bits calcula o comprimento necessário; uma quantidade exata de caracteres atende limites de campos. Um alfabeto menor exige mais caracteres para a mesma entropia teórica.

Pontos de partida, não credenciais de fornecedores

Token de API começa com Base64URL de 256 bits. Segredo de webhook usa hexadecimal de 256 bits para seu próprio sistema com segredo compartilhado. Segredo de aplicação usa Base64URL de 512 bits; Lote de desenvolvimento prepara dez tokens de 256 bits. São atalhos de configuração, não padrões universais nem chaves emitidas por provedores. Prefixos e sufixos identificam aplicações ou ambientes. Acrescentar live_ não ativa uma chave nem concede permissões.

De uma chave à exportação organizada

Copie um segredo ou todo o lote. Pares opcionais incluem um ID público aleatório de 96 bits para localizar um registro. Mantenha o segredo privado e não use o ID como autenticação. JSON preserva os valores exatos. TXT aceita linhas, vírgulas ou espaços. CSV escapa as células e neutraliza inícios de fórmula, às vezes acrescentando um apóstrofo. .env valida nomes e rejeita aspas incompatíveis. É voltado a arquivos Node dotenv, não a scripts de shell. Downloads contêm segredos em texto puro, não backups criptografados.

Como calculamos bits, bytes e caracteres

Nos formatos de bytes, geramos ceil(bits desejados / 8) bytes aleatórios e informamos bytes × 8 bits nominais. Para N caracteres independentes e uniformes entre A caracteres distintos, a entropia teórica é N × log₂(A). Assim, uma meta exige ceil(bits desejados / log₂(A)) caracteres. Por exemplo, 256 bits usando apenas números exigem 78 dígitos, não 32. Prefixos, sufixos e o ID público separado não contam na entropia do segredo. A conta descreve o projeto de geração; não mede nem certifica a fonte aleatória do navegador.

Um valor aleatório, várias representações

32 bytes × 8 = 256 bits

CodificaçãoCaracteres a partir de 32 bytes
Hex64
Base64URL43
Base6444
Base3252

Os tamanhos não incluem prefixos ou sufixos. A codificação muda a representação, não a aleatoriedade original.

Nossa metodologia de geração

Usamos crypto.getRandomValues e exigimos um contexto seguro. Não recorremos a Math.random, horários, atividade do teclado ou sementes previsíveis. Codificações de bytes preservam os dados. Para alfabetos, a amostragem por rejeição descarta valores do resto desigual antes de mapear os caracteres. Isso evita o viés de aplicar módulo a todos os bytes quando o tamanho do alfabeto não divide 256. Cada lote é verificado quanto a segredos e IDs repetidos. As tentativas são limitadas e falhas não entregam lotes incompletos.

O que fica no navegador

A geração e a preparação dos arquivos são locais. ClockTools não envia valores gerados aos servidores nem os coloca em URLs, análises ou armazenamento persistente. Mesmo ao chegar de outra ferramenta, esta página abre um documento novo sem nossos carregadores de análise e gravação de sessões. Configurações salvas e compartilhadas excluem campos livres e chaves. O provedor de hospedagem ainda recebe requisições normais da página. Copiar transfere o valor à área de transferência; baixar grava texto puro. Extensões, sincronização da área de transferência, malware e pessoas vendo a tela continuam sendo riscos. Limpar remove os resultados da interface, sem garantir apagamento seguro da memória nem eliminar cópias externas.

Como usar uma chave com segurança

Uma sequência aleatória só vira credencial API quando a aplicação a cadastra e verifica. Configure privilégios mínimos, HTTPS, revogação, validade e rotação na aplicação. Não coloque segredos de servidor no frontend nem em repositórios. Use uma solução apropriada de gerenciamento de segredos em produção. Para ambientes sensíveis, prefira gerar dentro da sua própria infraestrutura confiável. Os exemplos Node.js, Python e OpenSSL criam segredos novos localmente, sem copiar valores de um site. Nenhum site garante que o navegador ou dispositivo não esteja comprometido.

Nossos testes e seus limites

Testes de regressão cobrem comprimentos, vetores conhecidos de codificação, alfabetos, amostragem por rejeição, entropia, afixos, duplicatas, exportações e serialização segura de configurações. As verificações no navegador incluem geração, cópia, exportações, layouts traduzidos e separação da análise. Uma amostra sem duplicatas ou visualmente equilibrada não comprova aleatoriedade criptográfica. A ferramenta não tem certificação independente, e testar nosso código não equivale a auditar toda a sua aplicação.

Relate problemas sem revelar segredos

Informe formato, modo de comprimento, bits ou caracteres, quantidade, navegador e passos de reprodução. Use exemplos fictícios, nunca chaves ativas, segredos de webhook ou dados de clientes. Seguimos nossa Política de correções. Um defeito importante confirmado deve ter seu impacto explicado, receber teste de regressão e indicar se chaves anteriores precisam ser regeneradas. Alterar esta página não revoga chaves cadastradas em outros sistemas: substitua ou revogue essas chaves lá.

Gere no seu próprio computador

Os exemplos criam um segredo novo com o formato e os afixos escolhidos. Nunca incluem a chave exibida nem criam contas, permissões ou regras de validade. Não incluem IDs públicos ou geração em lote.

import { randomBytes } from 'node:crypto';
const key = randomBytes(32).toString('base64url');

Perguntas frequentes

O gerador cria uma chave válida para uma API de terceiros?

Não. Obtenha essa chave com o provedor. ClockTools gera sequências aleatórias para aplicações sob seu controle, não contas, créditos ou direitos de acesso de terceiros.

Escolher 512 bits torna qualquer integração mais segura?

Não automaticamente. Nosso padrão geral é um segredo aleatório de 256 bits, mas protocolo e aplicação definem formato e tamanho. Boa aleatoriedade não corrige vazamentos, falta de autorização ou armazenamento inseguro.

Por que 32 caracteres aleatórios nem sempre equivalem a 256 bits?

O alfabeto importa. 32 caracteres hexadecimais uniformes representam 128 bits; 32 dígitos decimais, cerca de 106,3 bits. 32 bytes aleatórios representam 256 bits nominais e precisam de 64 caracteres hexadecimais ou 43 caracteres Base64URL sem preenchimento.

Todas as chaves geradas têm unicidade garantida?

Não há garantia mundial. Detectamos duplicatas no lote atual. Com bits suficientes, colisões são muito improváveis, mas o sistema receptor ainda deve exigir registros de credenciais únicos.

Posso compartilhar configurações sem compartilhar um segredo?

Sim. O link contém apenas valores predefinidos de formato, tamanho, quantidade e opções. Exclui chaves, prefixos, sufixos e alfabetos personalizados. Ao salvar ou compartilhar, um alfabeto personalizado é substituído por Base64URL.

Limpar os resultados revoga uma chave?

Não. Isso remove apenas o lote exibido. Revogue ou substitua a chave na aplicação que a aceita. Histórico da área de transferência, arquivos baixados e cópias já expostas estão fora do controle desta ferramenta.

Fontes e ferramentas relacionadas